Conheça Yurari Tombo, a arte japonesa em bambu

Yurari Tombo, ou libélula que balança, é uma escultura em bambu criada há séculos no oriente. Essa técnica curiosa foi aprimorada e estilizada pelos artesãos Roberto Makigusa e Edmundo Furukawa, expositores convidados da feira Vila das Artes.

Roberto e Edmundo estão à frente da marca Yurari Tombo e buscam, através de seus belos trabalhos, oferecer às pessoas um momento de relaxamento e meditação.

Libélula de bambu: “A libélula simboliza os ventos de mudança. Ir além das ilusões criadas por nós mesmos que limitam nosso crescimento e transformações. As libélulas são um símbolo de autoconhecimento e amadurecimento, um símbolo de equilíbrio…”.

O trabalho é feito todo manualmente, desde o corte do bambu (sempre na lua minguante e com serra apropriada para não danificar a matéria-prima), até o tratamento do material e a produção de cada detalhe da escultura. Os artesãos explicam que, para o objeto apresentar perfeito equilíbrio e movimento, é preciso muita paciência oriental.

Roberto e Edmundo trabalham com a técnica há 2 anos e costumam expor esculturas de caranguejo, móbiles e amplificadores de som, além das famosas libélulas. Eles são convidados da Vila das Artes desde o começo do ano e já fazem muito sucesso entre os visitantes e os outros expositores.

Na edição de maio, que acontecerá no dia 06, das 9h às 14h, haverá o sorteio de uma libélula de bambu produzida pelos artesãos às 12h.  Roberto estará presente na feira e mostrará todos os detalhes produzidos pela dupla.

Os artesãos também participam de outras duas feiras. Aproveite para conhecê-los:

  • Feira de Artes e Artesanato de Barueri – todos os sábados das 9h às 18h, em frente à Prefeitura;
  • Feira de Artes na Praça Omaguás em Pinheiros – São Paulo, todos os domingos das 10h às 17h.

Para conhecer um pouco mais do trabalho deles, acesse o blog:  yuraritombo.blogspot.com.br .

Cerâmica: uma arte milenar em alta na Vila das Artes

A história da cerâmica é muito antiga: as primeiras peças de que se tem notícias são de 6.500 a.C. Eram vasilhas utilitárias simples, sem qualquer ornamento, e suas formas e desenhos relatavam a vida cotidiana nas sociedades antigas.

A descoberta do fogo concedeu à cerâmica a dureza necessária para sua durabilidade fazendo com que, posteriormente, fosse reconhecida como obra de arte.

Técnicas

A cerâmica consiste na fabricação de objetos modelados em uma pasta composta de argila (material plástico moldável que fica sólido com o calor) e de materiais purificadores.

Os objetos de cerâmica podem ser lustrados ou esmaltados e dividem-se em três grupos diferentes de produtos: terracota, grés e porcelana. Esta divisão se dá de acordo com o grau de cozimento e a composição química do material utilizado.

À temperatura de 800 a 1100°C produz-se a terracota, peça geralmente avermelhada, porosa e dura. A variação de temperatura entre 1100 e 1300°C resulta em um material mais denso e sem porosidade, duro, liso e elástico.

À temperatura entre 1300 e 1500°C obtém-se uma matéria mais dura e lisa que vai se transformando em porcelana, que é sempre translúcida. O grés é, em última análise, uma porcelana não translúcida.

A cerâmica hoje é utilizada para diversos fins: objetos de decoração, louças, azulejos e muito mais.

Na feira Vila das Artes não faltam opções para quem quer conhecer este lindo trabalho!

As irmãs Luciana e Adriana Tiba estão à frente do ateliê Cerâmica Tiba, que fica em Americana. Expositoras há três anos na Vila das Artes, elas trazem para a feira produtos diferentes, como colares, brincos, mandalas, rishos, sinos de vento e utilitários japoneses, todos produzidos com a técnica da cerâmica artística de alta temperatura.

A ceramista Cissa Vergara também cria peças exclusivas em cerâmica nas linhas de bijouterias, móbiles, porta-incenso, sinos, entre muitas outras novidades. Sempre com muita criatividade, sua pintura está em mutação permanente nas suas nuances, num trabalho sempre delicado e gracioso.

Outra expositora é Iraciara Costa: ela trabalha com produtos cerâmicos desde 1984, incentivada pela irmã. Desde então só tem se especializado cada vez mais, com produtos bem variados: cachepôs, colares, placas, vasos e moringas são apenas alguns exemplos. Além da criação desses produtos, ainda dá aulas esporadicamente no Ateliê Jeos Cerâmica, na sua própria casa, onde realiza sua produção.

Para conhecer um pouco mais o trabalho de nossas expositoras faça uma visita à feira! A próxima edição será no dia 06 de maio (domingo), das 9h às 14h. Esperamos por vocês!

Fontes: netceramics.com ; ceramart.arte.nom.br

Dica da Vila das Artes: Caminhada Ecológica

A próxima edição da feira Vila das Artes acontece no dia 6 de maio. No mesmo dia, acontece nos distritos de Sousas e Joaquim Egídio a Caminhada Ecológica, que já está na sua 11ª. Edição. Aproveite o fim de semana para ver as novidades da Vila das Artes e aproveite para se exercitar nessa caminhada!

A Caminhada Ecológica Circuito Sousas –Joaquim Egídio começa às 09h e tem duração máxima de duas horas. A distância total é de 6.000 metros.

Os interessados podem se inscrever até o dia 2 de maio, através do portal da Prefeitura: www.campinas.sp.gov.br/caminhadaecologica.

As vagas estão limitadas a 700 pessoas.

Cada um dos 700 inscritos terá direito a uma camiseta, mediante a doação de 2 quilos de alimento não perecível. A camiseta deverá ser retirada nos dias 4 (das 9h às 16h) e 5 de maio (das 9h30 às 13h30) no saguão da Prefeitura.

 

Programação Caminhada:

Data: 6 de maio (domingo)
Horário: 8h – concentração
Saída: 9h – Posto de Informações Turísticas – Praça Dr. Cássio Menezes Raposo do Amaral – Sousas
Percurso: Antigo leito do bonde
Extensão do Trajeto: 6 quilômetros
Local de Chegada: Estação Ambiental – Joaquim Egídio com buffet de frutas e sucos

Para mais informações consulte o regulamento oficial: http://www.campinas.sp.gov.br/caminhadaecologica/pdf/Regulamento.pdf

 

Feira Vila das Artes:

Local: Praça Beira Rio – distrito de Sousas/Campinas

Horário: das 09h às 14h

Data: Domingo, 6 de maio

Crochê: arte que não sai de moda

Teia, alecrim, pipoca, colunas em relevo, colmeia, ondulado, azaleia, ostra, tijolinho e pastilha.

Sabe o que esses nomes significam?

São os pontos mais tradicionais do crochê, que, por sua vez, são originados de quatro pontos principais. Há uma infinidade de pontos que dão forma a mil e um objetos, como bolsas, tapetes e blusas. O traçado é semelhante ao da malha ou da renda. E para fazê-lo não é preciso muito, apenas agulha especial e o fio ou a linha escolhida.

História

A palavra foi originada de um termo existente no dialeto nórdico, que significa “gancho” (que é a forma do bico encurvado da agulha utilizada para puxar os pontos). Ninguém tem a certeza de quando ou onde o crochê começou. Segundo os historiadores, os trabalhos de crochê têm origem na Pré-história. A arte do crochê, como a conhecemos atualmente, foi desenvolvida no século XVI.

Atualmente essa técnica pode ser vista nos mais diversos lugares. Muita gente transmite essa tradição de geração em geração como um passatempo mesmo, outras já tomam essa arte como profissão.

Na Vila das Artes você pode conferir lindas peças para cozinha, com bordados em crochê, feitos pela Norma:

A próxima edição da Vila das Artes acontece no dia 06 de maio. Esperamos vocês!

Fonte de informação: Terracota Bolsas