Vila das Artes na Revista Swiss Park!

A artesã Maria Aparecida Teixeira, mais conhecida como Bida, deu uma entrevista para a Revista Swiss Park em um especial do Dia das Mães! Na ocasião ela contou um pouco sobre seu trabalho e ensinou um passo a passo de como fazer fuxico em casa. Que tal surpreender a mãe com um presente personalizado? Acompanhe na íntegra a matéria abaixo (clique na foto para ampliar).

revista Swiss Park_45_Page_20

Baião Caruá se apresenta ao público da Vila das Artes no próximo domingo (03/05)

Nesta edição da Vila das Artes (03/05) haverá uma surpresa musical agradável aos ouvidos dos visitantes, pois a música ambiente ficará por conta do musicoterapeuta André Paula Lima que se apresenta às 10h com peças musicais de composição autoral. Logo em seguida, na sequência, sua banda Baião Caruá toma conta do espaço com muito forró e MPB!

A banda tem o objetivo de trazer músicas tipicamente brasileiras valorizando o nordeste do Brasil através de grandes referências musicais como Luiz Gonzaga, Trio Nordestino, Maciel Melo, Gordurinha, Dominguinhos e também músicas autorais. A banda foi fundada em 2010 por Tom Santana: compositor, cantor e violinista há mais de quinze anos.

Os outros integrantes que compõem a banda são: Gaúcho Cajon, percussionista alagoano; Chico Batera com 40 anos de experiência fica na bateria e zabumba; André Paula Lima compositor, musicoterapeuta e educador musical domina a guitarra e viola caipira; e, por fim, Taú Sanfoneiro, mestre sanfoneiro com mais de 40 anos de carreira na tradição do forró pé de serra.

baião caruá

Nós da Vila das Artes aproveitamos para bater um papo com André Paula Lima, guitarrista da banda Baião Caruá que nos contou algumas curiosidades, veja abaixo na íntegra:

Como é o seu trabalho como compositor?

Meu trabalho como compositor abarca peças instrumentais para violão de 12 corda e viola caipira.

Quando se interessou por música pela primeira vez?

Gosto de música desde muito pequeno. Sempre teve música em casa, na casa de meus avós, e na casa de meus tios. Cresci ouvindo os mais diversos estilos musicais. E quando criança, eu ouvia muita rádio.

Quando e como aprendeu a tocar algum instrumento?

Aos 11 anos comecei a aprender violão erudito, fui cursar a graduação em Musicoterapia, depois fui tocar guitarra, e por fim, viola caipira.

Onde costumam se apresentar geralmente?

Bares, restaurantes, festas, ou algum evento. Em Campinas, tocamos em diversas casas, como: Frei Caneca, Alzirão, Bar Brahma, Andarilho, dentre outros, e na região também.

Como conheceu os outros integrantes da banda?

Conheci Tom Santana, fundador do Baião Caruá, em dezembro de 2009, na casa de uma pessoa conhecida minha. Já fizemos um som no mesmo dia, e não paramos mais!

Conte um pouco sobre sua trajetória musical, alguma curiosidade…

Dos onze anos aos dezesseis, fui bem envolvido com o violão erudito. Tudo o que cresci ouvindo, comecei a tirar também. Ex: mpb, rock nacional, forró, música folclórica e regional, sertanejo, Pink Floyd, Dire Straits… Na faculdade, aos dezessete, comecei a estudar chorinho e jazz, linguagem de improvisação, até desaguar na guitarra e na viola caipira. Me apresento desde os dezesseis anos. Talvez uma curiosidade em minha trajetória musical, numa dimensão mais subliminar, seja a diversidade de estilos que trabalho, não somente como instrumentista, mas também no processo de composição e linguagem. Levo a música para a terapia, a saúde, o bem estar; levo a música para o teatro, como ator músico palhaço que também sou. Creio que este fenômeno, seja um tanto quanto curioso!

Como se sente toda vez que se apresenta para o público?

Eu me sinto totalmente agradecido a Deus. E a todos que estão presentes, curtindo o nosso som. Sinto um profundo respeito pela situação. É uma dádiva este momento.

O que a música significa para você?

Minha vida, simplesmente. Nada foi planejado, as coisas foram acontecendo. Hoje tenho 36 anos, um filho lindo com quase 12 anos de idade, e a música naturalmente se tornou meu alicerce.

Ficou curioso? Então não perca a apresentação do André e da sua banda no dia 03 de maio na feira Vila das Artes na praça Beira Rio, em Sousas. O evento é aberto ao público e você poderá degustar de quitutes saborosos e ainda apreciar a arte e o artesanato dos expositores a partir das 09h. Estão todos convidados a interagir e fazer desse momento algo inesquecível. Boa festa!

andré vila das artes

Dica da Vila: Encontro de Choro em Campinas

Quem é que não gosta de ouvir um bom chorinho? O primeiro encontro de choro de Campinas começou ontem (16/04) e vai até o dia 24 de abril! Trata-se de uma iniciativa musical que envolve shows, rodas de choro, oficinas de instrumento e prática, aulas abertas e muito mais! A programação acontecerá em diferentes pontos da cidade nesses nove dias e é completamente aberto ao público.

A ideia deste evento musical surgiu do Encontro de Choro da Unicamp que acontece desde 2004 no Instituto de Artes da Universidade. Buscando expandir a música para fora dos limites das instituições, a Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo e a Secretaria Municipal de Campinas tiveram a iniciativa – em homenagem ao mês de aniversário do músico Pixinguinha – de levar o chorinho para outros espaços da cidade. O projeto conta com o apoio da Pró Reitoria de Extensão da Unicamp, Instituto de Artes da Unicamp, Empório do Nono e Almanaque Café.

a_volta_do_chorinho1

Confira a programação completa abaixo!

Programação do 1º Encontro de Choro de Campinas

Atividades formativas:

17 a 21/04, das 9h30 às 11h

Oficinas de Instrumentos – Instituto de Artes da Unicamp. (Rua Elis Regina, 50, Cidade Universitária “Zeferino Vaz”, Barão Geraldo – Campinas)
Inscrições e informações: www.sympla.com.br/oficina-de-instrumentos__30253

17 a 21/04, das 11h30 às 13h

Oficinas de Práticas de Conjunto – Instituto de Artes da Unicamp – Vagas esgotadas.

Aulas Abertas – Auditório do Instituto de Artes da Unicamp (Rua Elis Regina, 50, Cidade Universitária “Zeferino Vaz”, Barão Geraldo – Campinas)

17/04, 16h às 17h30

Arranjo brasileiro: escrevendo sem perder o sotaque. Palestrante: Jayme Vignoli

18/04, 16h às 17h30

Chiquinha Gonzaga e as mulheres no choro: um panorama da obra de algumas das principais compositoras do choro. Palestrante: Paulo Aragão

19/04, 14h30 às 16h

O Piano no Choro – Palestrante: Sheila Zagury

A estética no canto popular brasileiro.Palestrante: Mônica Salmaso20/04, às 16h

Shows:

17/04, às 19h30 – Duo Sheila Zagury e Dani Spielmann – “Chiquinha e Seu Tempo”
Local: Auditório do Instituto de Artes. Praça Marechal Floriano Peixoto, s/nº, Centro – Campinas

Daniela Spielmann e Sheila Zagury apresentam neste novo show uma mescla de seus projetos anteriores juntando a seus dois novos shows, que abarcam clássicos da obra de Chiquinha Gonzaga e Jacob do Bandolim. Nos arranjos, o destaque é dado para a pureza do som e a percepção clara dos timbres singulares dos instrumentos, assim como para mudanças ousadas na estrutura das peças, trazendo o sabor do novo para este repertório já clássico do choro. Esta é a essência do trabalho artístico do duo de Daniela e Sheila, ao mesmo tempo maduro e audacioso, que chama a atenção pela sofisticação e pela simplicidade.

18/04, às 17h – Praça Onze
Local: Boteco da Estação Cultura. Praça Marechal Floriano Peixoto, s/n, Centro – Campinas

Praça Onze, grupo formado por Gabriela Coelho na Flauta, Luiza Pierre no Cavaco, Samanta Okuyama no Violão e Simone Medeiros no Pandeiro. Neste show o grupo apresenta um resgate do repertório de Choro do Século XIX, onde ritmos europeus se misturam com a linguagem e swing brasileiro, dando espaço a belíssimas melodias presentes nos ritmos Polca, Maxixe, Tango Brasileiro e Choro.

19/04, às 19h30 – Show “Mulheres no choro” – Professores do I Encontro de Choro
Local: Centro Cultural Casarão. Maria Ribeiro Sampaio Reginato, s/n, Barão Geraldo – Campinas

O show “Mulheres no choro” apresenta um repertório primordialmente baseado na obra das compositoras mais importantes do gênero, desde o século XIX até os dias atuais. O repertório aborda desde a pioneira Chiquinha Gonzaga, uma das figuras mais importantes de toda a história da música popular brasileira, até as criadoras da atualidade, como Luciana Rabello, Bia Paes Leme e Naomi Kumamoto, passando por nomes muito importantes do século XX, como Tia Amélia e Lina Pesce, além de compositoras menos conhecidas mais igualmente instigantes, como Ernestina Índia do Brasil e Ida Leal do Canto.

Além disso, os professores do ECC celebram o dia nacional do choro com obras de alguns dos nomes mais importantes do gênero, como Ernesto Nazareth e Pixinguinha.

20/04, às 19h30 – Conjunto Subindo a Ladeira (foto) – Homenagem a Chiquinha Gonzaga
Local: Companhia Sarau. Rua José Martins, 1899, Vila Santa Izabel, Barão Geraldo – Campinas

Chiquinha Gonzaga é figura de primeira grandeza na história musical brasileira. São inúmeras composições, em gêneros variados como valsas, polcas, tangos, maxixes, choros, serenatas, dentre outros. Não é à toa que se escolheu a data de seu nascimento (17 de outubro) para se comemorar o Dia Nacional da Música Popular Brasileira. Esta grandiosa artista brasileira foi eleita pelo Conjunto Subindo a Ladeira para ser homenageada em CD. Neste show de lançamento o Conjunto traz músicas do disco bem como algumas peças emblemáticas da maestrina.

21/04, às 18h – Monica Salmaso e professores do I Encontro de Choro
Local: Concha Acústica do Parque Taquaral. Av Dr. Heitor Penteado, portão 2, Taquaral – Campinas

Uma das cantoras mais importantes e celebradas da atualidade, Monica Salmaso é acompanhada pelos professores do I Encontro de Choro de Campinas, promovendo o encontro entre a voz e o choro. Mesmo sendo por excelência um universo instrumental, o choro sempre esteve próximo das grandes vozes brasileiras. Durante muito tempo os acompanhamentos dos gêneros cantados no Brasil foram realizados por músicos oriundos do choro, e não foram poucas vezes que o repertório chorístico ganhou letra e foi cantado, em um casamento muito natural. No repertório, músicas de Ernesto Nazareth, Pixinguinha, Erothides de Campos, Noel Rosa, Pedro Caetano e Claudionor Cruz, entre outros.

22/04, às 19h30 – Grupo de Choro da UFMT
Local: Auditório da Adunicamp. Avenida Érico Veríssimo, 1479, Cidade Universitária “Zeferino Vaz”, Barão Geraldo – Campinas

O Grupo de Choro da Universidade Federal de Mato Grosso iniciou as atividades a partir de um projeto de extensão universitária vinculado ao Departamento de Artes, do qual participam alunos do curso de música e músicos da comunidade de Cuiabá, o que proporciona trocas de aprendizagens entre músicos em formação, profissionais e amadores. O grupo vem realizando apresentações e rodas de choro no campus da Universidade, em bares e também em espaços públicos da cidade, como praças, feiras e espaços culturais.

Diversas possibilidades de sonoridades e arranjos são proporcionadas nas apresentações do grupo, pela diversidade timbrística apresentada no instrumental.

24/04, às 20h – Orquestra de Choro Campineira
Local: “Seresta na Praça” – Coreto Praça Carlos Gomes. Av. Anchieta com General Osório, Centro – Campinas

A Orquestra de Choro Campineira nasceu em janeiro de 2014 com o intuito de reunir grandes músicos que atuam na cidade de Campinas para garimpar e executar obras do acervo instrumental brasileiro e valorizar a música instrumental feita na cidade. Na pesquisa realizada pelo grupo, o choro foi o gênero que se destacou, sendo este a base do repertório e dos arranjos escritos coletivamente. Com formato diferente do tradicional “regional de choro” a orquestra mais se assemelha a uma gafieira ou uma big band, transformando a linguagem estética do choro e dando vida a uma nova maneira de expressar as linguagens tão marcadas do gênero.

Rodas de choro abertas:

17/04, às 21h

Local: Borda Brasil. Rua Angela Signori Grigol, 243, Jardim América – Barão Geraldo, Campinas. (19) 3289-0867

18/04, às 19h30

Local: Bar do André Rei do Mé. Rua Sales de Oliveira, 201 – Vila Industrial – Campinas. (19) 3272-8536

19/04, às 21h

Local: Battataria Suíça.Praça José Geraldi, 18 – Barão Geraldo – Campinas. (19) 3201-1174

20/04, às 21h

Local: Empório do Nono. Avenida Albino José Barbosa de Oliveira, 1128 – Barão Geraldo, Campinas. (19) 3289-0041

21/04, às 21h

Local: Almanaque Café. Avenida Albino José Barbosa de Oliveira, 112, Barão Geraldo-Campinas.(19) 3249-0014

22/04, às 21h

Local: Casa São Jorge. Avenida Santa Isabel, 65, Barão Geraldo – Campinas. (19) 3249-1588

23/04, às 21h

Local: Almanaque Café. Avenida Albino José Barbosa de Oliveira, 1128, Barão Geraldo – Campinas. (19) 3249-0014

Focinho Abandonado participa da Vila das Artes no dia 12 de abril

A ONG Focinho Abandonado estará participando pela primeira vez da próxima feira da Vila das Artes, no dia 12 de abril! Trata-se de uma ONG formada por quatro meninas que se uniram em prol de uma causa comum: resgatar, tratar e achar um lar para cães abandonados.

O Focinho Abandonado existe desde fevereiro de 2013 e, de lá para cá, muitos já foram os resgates e os lares encontrados para os carismáticos focinhos. Nesta próxima edição da Vila das Artes, as meninas estarão lá divulgando o trabalho, comercializando produtos da marca Focinho Abandonado e expondo cães adultos em uma tenda com alguns adultos para adoção.

Nós, da Vila das Artes, fizemos uma entrevista exclusiva com elas para saber mais sobre a rotina, curiosidades e a satisfação desse belo trabalho! Confira abaixo:

1- Como surgiu a ideia da criação do Focinho Abandonado?

Nos unimos para ajudar cães resgatados de extremos maus tratos de um criadouro de golden retrivers, em que os cães eram obrigados a procriar nas condições mais precárias e cruéis possíveis. A partir disso vimos que tínhamos em comum um enorme amor pelos animais e resolvemos começar a resgatar cães de maus tratos e abandono, além de conscientizar as pessoas sobre o que elas estão financiando quando compram animais de criadores.

2- Qual o objetivo principal da ONG?

O objetivo maior é conscientizar as pessoas sobre a importância da adoção, sobre resgatar e mudar uma vida, sobre a castração e o respeito pelos animais, independente da raça, cor ou tamanho.

3- Desde a criação em 2013, o que mudou de lá pra cá?

Amadurecemos muito como equipe e em relação a tudo que vemos no dia a dia da proteção animal. Aprendemos a lidar com situações delicadas e também organizamos melhor as funções dentro da ONG para que possamos crescer de forma organizada.

4- Qual a importância de ter apoio como o da Vila das Artes no trabalho de vocês?

Ter o apoio da Vila das artes é muito importante para a Focinho, pois mostra o quanto as pessoas estão dispostas a incentivar e abrir espaço para os animais que estão para adoção.

5- Essa exposição em feiras costuma surtir algum resultado em termos práticos, com pessoas se voluntariando ou adotando um focinho?

Com certeza! Alem de divulgar muito o nosso trabalho, são nas feiras que o público pode nos conhecer de perto, ver como funciona a ONG e se interessar em colaborar de alguma forma, como voluntário, com doação ou adotando.

6- Quantos focinhos vocês resgatam em média por mês? Desses, quantos encontram um lar?

Cerca de 10 e todos encontram um lar! Nunca deixamos de doar um focinho sequer. A nossa ideia é ter rotatividade dos animais para poder resgatar, tratar e doar mais e mais, sem acumular focinhos.

7- Vocês pretendem obter um espaço físico para a ONG no futuro?

Sim! Recebemos um terreno de doação e ja estamos trabalhando no projeto do canil.

8- Vocês quatro se dedicam totalmente a esse trabalho full time?

Todas possuem outras profissões, então nossa vida é super corrida, é aí que entra a grande ajuda dos voluntários.

9- Os custos com tratamentos veterinários, castração e vacinas é todo por conta de vocês?

No início era tudo por nossa conta, mas agora temos doadores mensais que colaboram muito com os custos.

10- Como é feito o acompanhamento dos pets após a doação?

Temos um termo de adoção com todos os dados dos adotantes. Através desses dados, mantemos contato mensalmente. Também recebemos muitas atualizações das vidas dos focinhos pelas redes sociais, onde os adotantes postam foto e mandam noticias. Amamos!

11- Vocês criam algumas campanhas de conscientização pelo Instagram ou Facebook?

Sim! Uma da nossas metas atuais é conscientizar as pessoas do benefícios de se adotar um focinho adulto! Pois todo mundo foca nos filhotes, mas se esquecem que em cerca de 6 a 8 meses eles também serão adultos e, por este motivo, muitos demoram mais para conseguir um lar. Temos até uma hashtag #adoteumfocinhoadulto para mobilizar as pessoas sobre o tema.

12- Qual o maior sonho de vocês para esses focinhos?

O nosso maior sonho se realiza em cada adoção ou em cada foto que recebemos após anos de terem sido adotados conosco: vê-los felizes e saudáveis com suas famílias amorosas.

Abaixo, veja algumas fotos dos focinhos que estarão para adoção na feira no dia 12:

foto_blog

foto 1 - Copia

foto 1(1) - Copia

foto 2 - Copia

foto 3 - Copia

Aquiles, que foi tratado e hoje já está com uma carinha mais alegre!

fotos_blog2

A tenda de exposição do Focinho Abandonado:

fotos_blog3